O poder de cura das ervas medicinais



Este site é destinado a todos que querem saber mais sobre o poder de cura das ervas medicinais!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015


Chá de Hibisco

O hibisco é uma planta encontrada principalmente em regiões tropicais e subtropicais, sendo muito comum no Brasil. O hibisco é conhecido principalmente pela beleza de suas flores, o que faz com que muitas pessoas desconheçam os benefícios e propriedades medicinais do chá de hibisco, feito a partir da infusão dos cálices da flor da espécie Hibiscus sabdariffa.
Dentre os benefícios mais conhecidos decorrentes do consumo regular do chá de hibisco, destacam-se a diminuição do colesterol LDL (colesterol ruim), redução da pressão arterial, queda do risco de aparecimento de doenças cardíacas, prevenção de constipações e infecções da bexiga, dentre outras inúmeras propriedades. O chá de hibisco também emagrece ao fazer a quebra de amidos e açúcar, além de ser rico em antioxidantes, vitamina C e outros nutrientes essenciais.
O chá de hibisco é geralmente misturado com outros chás de ervas, sobretudo os chás verde, preto e branco, além do chá de rosa-mosqueta (existem mais de 200 variações de hibiscos, sendo que cada espécie conhecida possui uma pequena alteração no sabor do chá). Dentre os principais benefícios à saúde apontados em estudos preliminares referentes aos consumo de chá de hibiscos são elencados:
O chá de hibisco reduz a pressão arterial
Um dos benefícios mais poderosos do hibisco é a sua capacidade para reduzir a pressão arterial. Em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Tufts, de Boston, ficou sugerido que beber três xícaras de chá de hibisco diariamente reduziu a pressão arterial de pessoas com hipertensão leve e moderada, depois de seis semanas de tratamento. Em outro estudo, conduzido por pesquisadores do Centro de Saúde Natural Bastyr, em Seattle, Washington, beber cerca de 400 gramas do chá por dia durante quatro semanas, reduzia a pressão arterial.
O chá de hibisco emagrece
Consumir o chá de hibisco ajuda na perda de peso, sobretudo após as refeições, onde o chá vai auxiliar na quebra de amidos e açúcar, contribuindo para o emagrecimento. Além disso, o chá de hibiscos é diurético, elevando a taxa de micção.
O chá de hibisco reduz os níveis de colesterol LDL (colesterol ruim) e os riscos de doenças cardíacas
Um estudo realizado pelo Departamento de Bioquímica Chung Shan Medical University em Taiwan mostrou que o chá diminui os níveis de colesterol LDL e o risco de doença cardíaca. Em outro estudo, publicado pelo Journal of Alternative and Complementary Medicine (Jornal de Medicina Alternativa e Complementar), 60 pacientes com diabetes tipo II foram divididos aleatoriamente em dois grupos. Um grupo consumiu chá preto, enquanto o outro consumiu chá de hibisco. Os participantes foram orientados a beber quantidades iguais de chá duas vezes ao dia por 30 dias. O grupo de teste que bebeu chá de hibiscos percebeu várias melhorias nos níveis níveis de colesterol. A contagem de colesterol total diminuiu de 236,2 para 218,6 mg dL. O HDL (colesterol bom) aumentou de 48,2 para 56,1 mg/dL, enquanto o LDL (mau colesterol) diminuiu de 137,5 para 128 mg/dL. Os triglicerídeos – um tipo de lípidos – (gorduras) presentes no sangue, responsáveis por cerca de 95% da gordura no corpo, caiu dramaticamente de 246, para 209,2 mg dL. No caso de pessoas sem diabetes, uma quantidade inferior a 150mg/dL é considerada normal, mas não foi prevista para ser alcançada neste estudo, devido à existência da diabetes nos pacientes.
O chá de hibisco é uma boa fonte de vitamina C
O hibisco é uma boa fonte de vitamina C, o que auxilia na prevenção e recuperação de várias doenças. Além disso, a vitamina C aumenta a absorção de ferro, o que é especialmente útil para vegetarianos.
o chá de hibisco é rico em antioxidantes
O chá de hibisco é rico em antioxidantes, responsáveis por combaterem os radicais livres, agentes causadores de envelhecimento e de várias doenças, como o câncer. Uma dieta rica em antioxidantes pode não só melhorar a saúde, mas também estender a vida útil. As flores do hibisco possuem diferentes fitoquímicos que dão a mesma a coloração vermelha-escura, além de uma grande quantidade de antioxidantes, que além de prevenirem o aparecimento de câncer, também melhoram as funções cardíacos, o fluxo de sangue, flexibilidade de vasos sanguíneos, dentre outros benefícios para o corpo.



Benefícios da babosa

A babosa é uma agave em formato de cacto, conhecida mundialmente pelo seu poder de cura e diversas propriedades medicinais, principalmente quando age sobre a pele. Muitas queimaduras de grau elevado (profundas) tratadas com aloe conseguem evoluir para uma queimadura de menor grau em poucos dias. A babosa pode ser utilizada de várias formas, incluindo suco, gel, creme, pomadas, cápsulas, tônico e até mesmo em sua forma natural (in natura).
A indústria cosmética vê a Aloe vera como base e fitocosmético para vários produtos de beleza, tais como cremes faciais e capilares, limpadores de pele, fortalecedor do couro cabeludo e desodorantes. Ajuda também a combater a caspa, previne contra as rugas hidratando peles ressecadas e flácidas e, aplicada como loção após a barba, é ótimo suavizante para a pele.
A babosa também é muito útil para o tratamento de cortes e feridas, acne, coceiras, manchas na pele, picadas de insetos, dores musculares, problemas digestivos, artrite, sinusite e asma, além do já citado combate eficiente à queimaduras, seja por fogo ou raios solares. Os principais componentes da babosa (aloína, aloeferon, aloetina e barbalodina) são responsáveis pelas propriedades cicatrizantes da planta, que é também também utilizada como tônico digestivo e laxante.
Quanto a utilidade da babosa no tratamento do cancêr, nada ainda foi comprovado pela comunidade científica sobre sua eficiência. Alguns estudos já concluiram que a babosa fortalece o sistema imunológico e tem ação anti-inflamatória e antiviral (inclusive inibindo a multiplicação do vírus da AIDS). Algumas pesquisas isoladas mostraram que os oligossacarídeos presentes na Babosa ajudam a combater as células malignas. Algumas pesquisas sugerem que os princípios ativos encontram-se no gel mucilaginoso das folhas da babosa e não na casca da folha.
Enquanto o uso interno da babosa ainda é tema de muita discussão entre a comunidade científica, a efetividade da planta quanto ao uso externo (aplicação tópica) é unânime. Sobre a pele, as substâncias contidas na babosa agem formando uma camada protetora e refrescante, com amplo uso cosmético e medicinal.
Aloe vera spp. (Aloe vera ou Aloe barbadensis) faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse do Ministério da Saúde do Brasil.

Contraindicações e efeitos colaterais da babosa
Alguns componentes da babosa têm propriedades emenagogas (aumentam o fluxo sanguíneo), por isso a babosa é contra-indicada na gravidez. Em doses altas, a Aloe vera pode provocar vômitos e se transformar num purgativo drástico, sendo totalmente desaconselhável seu uso em crianças, onde os efeitos colaterais podem ser potencializados. O uso também é contra-indicado em casos de varizes, hemorroidas, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites e cistites. O uso interno prolongado provoca hipocalemia e favorece o surgimento de hemorroidas.
O consumo da babosa não deve ser indiscriminado, pois pode provocar dores abdominais, fortes diarreias (onde muitos defensores da planta afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar até inflamação nos rins.
História e curiosidades:
O nome do gênero Aloe seria originário do hebráico halal ou do arábico alloeh, que significa substância amarga, brilhante e recorre ao gel da babosa. O nome da espécie vem do latim vera (= verdadeira). Ao que tudo indica, ela é considerada uma planta poderosa há muito tempo.
A evidência mais antiga do uso da babosa mais antiga foi encontrada em um tablete de barro na Mesopotâmia, datado de 2.100 a.C, segundo um estudo da Atherton High School. Referências para seu uso como um agente curativo podem ser achadas também nas culturas dos antigos egípcios, chineses, gregos, indianos e também na literatura cristã.
Antigos muçulmanos e judeus acreditavam que a babosa representava uma proteção para todos os males e, por isso, usavam as folhas até penduradas na porta de entrada da casa. Alexandre, o Grande, teria conquistado as Ilhas de Socotorá, no Oceano Índico (século IV a.C.), porque lá vegetava abundantemente um tipo de babosa que produzia uma tinta violácea. Há quem diga, entretanto, que na verdade, o conquistador conhecia os poderes cicatrizantes da babosa e seu principal interesse nas ilhas era ter plantas suficientes para curar os ferimentos dos seus soldados após as batalhas. Lendas também indicam que a babosa era um dos segredos da beleza de Cleópatra.
Na África, caçadores esfregam o suco de babosa em seus corpo para reduzir a transpiração e mascarar o cheiro humano. A babosa é uma das plantas mais adaptáveis e fáceis de se desenvolverem. Porém, deve-se tomar cuidado, vez que as folhas da babosa utilizadas em grande quantidades podem causar náuseas e vômitos.


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Quais são as propriedades da melissa!!


melissa ou erva-cidreira é uma planta com usos medicinais para tratar diferentes afecções e doenças, já que conta com uma série de benefícios para o organismo humano. Esta planta se destaca por suas propriedades para combater problemas relacionados com os nervos, mas são muitas outras as vantagens que oferece. Você poderá descobri-las neste artigo de um Como.com.br sobre quais são as propriedades da melissa.

Instruções
  1. Da mesma forma que a valeriana ou a tília, a melissa ajuda a tratar os problemas de nervos, pelo que pode ser usada para tratar do estresse, nervosismo, ansiedade, etc.
  2. Também se pode usar esta planta se você sofrer de insônia, já que a erva-cidreira ou melissa conta com leves propriedades narcóticas e ajudará você a pegar no sono. Você pode ver aqui quais são as melhores infusões para dormir.
  3. Em casos de indigestão ou digestão pesada, a melissa é um bom remédio, já que ajudará a eliminar os sintomas como náuseas e tonturas e favorecerá a correta digestão.
  4. Esta erva também conta com propriedades antiespasmódicas, para tratar dores musculares, bem como possíveis dores de espasmos nos órgãos internos.
  5. A melissa ou erva-cidreira serve também para fomentar a sudorese, fato que pode ser muito útil em tratamentos de afecções febris, como os resfriados e gripes.
  6. Do mesmo modo, a ingestão de melissa pode diminuir certas dores como a cervical, lombar ou menstrual.
  7. Se deseja ler mais artigos parecidos a quais são as propriedades da melissa, recomendamos que entre na nossa categoria de Remédios à base de plantas ou que se inscreva no nosso boletim de novidades.


PICÃO A PLANTA MILAGROSA


PICÃO

Bidens pilosa

Descrição : Planta da família das Compostas, trata-se de uma erva anual que floresce em todo o Brasil. Conhecida também como macela-do-campo, erva-picão, picão-do-campo, picão-preto, piolho-de-padre, carrapicho, seco de amor, aceitilla, cadillo, chilca. pacunga,cuambu, erva picão, alfiler, clavelito de monte.
Possui um caule ereto, quadrangula de até l,5 cm de altura, ramosa, glabra, às vezes pouco pubescente, ramos opostos; suas folhas pecioladas, opostas, superiores às alternas, deltóides, até 10 cm de comprimento, membranosas, simples ou decompostas, 3-5 pinadas, segmentos ovais até lanceolados, agudos ou acuminados, serrados, capítulos poucos, pedunculados, reunidos em corimbos frouxos de 30 e até 40 flores, amareladas ou brancacentas e perfumadas.
O invólucro é campanulado, com escamas exteriores em geral foliáceas, quase sempre as interiores mais curtas, membranosas, brancacentas e ciliadas nas margens.
Comestível, usada como "legume" no Congo Belga e no Transwaal, pelos indígenas e até mesmo por alguns europeus. Considerada "erva-má", porque devasta as plantações, porém, apreciada pelos animais que dela fazem grande uso.
Habitat: É nativo das áreas tropicais da América do Sul, África, Caribe, e Filipinas. Vegeta nos terrenos baldios ou expostos assim como nos campos de preferência silicosos.
História: O picão tem uma história longa de uso entre as pessoas nativas do Amazonas, e regiões amazônicas e em outros ssistemas etno-botânicos da América do Sul.
Partes Utilizadas - Toda a planta.
Propriedades : Vulnerária, antidesentérica, hepática, amarga, raucilginosa, estimulante, desobstruente, antis-corbútica, odontálgica (principalmente a raiz), sialagoga, antileucorrétca, vermífuga e vulnerária
Indicações :
Muito usado na forma de chá para combater icterícia e hepatite, tanto para uso interno como para banhos, o picão é muito conhecido pelos que procuram nas plantas o remédio.
Também útil nos distúrbios menstruais; bactericida, antiviral, anti-fermentativo; diabetes; diurético; anti-oxidante; hipoglicemiante; seca as secreções; hepatoprotetor; leucemias; anti-inflamatório, anti-espasmódico; inibe a atividade tumoral; vermífugo; anti-ulceroso, controla a acidez estomacal e estimula a digestão e nos engurgitamentos das glândulas mamarias.
Uso pediátrico: As mesmas indicações possíveis.
Uso na gestação e na amamentação: O picão apresentou atividade estimulante uterina fraca em cobaias. Por esta razão não deve ser usado durante gravidez.
Principios Ativos :
A planta inteira oferece duas resinas e tanino. As resinas são aromáticas, sendo uma ácida e outra neutra, carotenóides, fitosteróides, poliacetilenos e ácido nicotínico, flavonoides; terpenos; fenilpropanoides; lipídios; benzenoides. Contém matéria azotada, matéria graxa, matéria não-azotada, matéria fibrosa, matéria mineral, cálcio, ácido silícico, ácido fosfórico, óxido de potássio e areia.
Principais compostos:
Esculetina, ácido behenico, beta-sitosterol, ácido butanedioico, butoxilinolatos, cadinoiss, cafeína, ácido caffeolico, ácido caprico, daucosterol, ácido elaidico, ácidos eritronico, friedelanos, friedelinas, D-germacreno, glucopiranoses, glucopiranosideos, inositol, isoquercitrina, ácido laurico, limoneno, ácido linoleico, lupeol, luteolina, muuroloi, ácido miristico, ocanin-glucosideo-palmitico, ácido palmitoleico, ácido paracoumarico, phenilheptatrieno, ácido fitenoico, fitol, pilosola UM, poliacetilenos, precoceno , piranosos, quercetina, sandaracopimaradiol, O- tridecatetraendieno e ácido de vanilico.
Modo de usar :
Infusão de uma colher das de sopa (5g) da erva em ½ litro de água fervente. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia: hepatite, icterícia, diabete, verminose;
infusão de uma xícara das de cafezinho da planta picada em ½ litro de água. Tomar 1 xícara das de chá a cada 4 horas; gargarejo: amigdalite e faringite;
compressas (pode-se usar o suco da planta, ao invés da infusão): feridas, úlceras, hemorróidas, assaduras e picadas de insetos;
decocção (para uso externo) de 10 colheres das de chá de folhas em 1 litro de água: abluções, compressas tópicas ou gargarejos;
suco de folhas frescas : Compressas em feridas e úlceras;
banho: utilizar a decocção acima, 2 vezes ao dia: vulnerário e anti-séptico.
Contra-indicações/cuidados: O picão contem uma pequena quantia de cafeína e não deve ser usado por pessoas que sejam alérgicas ou sensíveis à cafeína.
Posologia: 10g de planta inteira fresca ou 5g de planta inteira seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) em infuso ou decocto, 1 -3 vezes diariamente dependendo da condição que está sendo tratada.
Tintura: 2 a 3 ml duas vezes por dia ou 2-3 g de erva em pó em tabletes, cápsulas, ou mexido em agua (ou suco) duas vezes por dia.
Interação medicamentosa: A presença das cumarinas, diminuem a eficácia de medicamentos tal como Warfarin; Hipoglicêmicos ou diabéticos só devem usar o picão sob a supervisão de um profissional qualificado e ter seus níveis de açúcar controlados.
Efeitos colaterais: O picão é hipotensor; pacientes cardíacos em uso de medicamento podem ter reações bruscas até a regulagem das doses.
Flor do Picão
Estame do PicãoFlor e Estame do PicãoInflorescência do Picão
Farmacologia: Já em 1979 e 1980, cientistas demonstraram que os princípios químicos encontrados erva eram tóxicas a bactérias e fungos; Muitos do flavonoides apresentaram atividade antimalárica; Em 1991, cientistas suíços isolaram vários fitoquímicos com propriedades antimicrobianas e antiinflamatórias e concluíram que "pode-se racionalizar o uso desta planta em medicina tradicional no tratamento de feridas, contra inflamações e contra infecção bacteriana da área de gastrointestinal"; Um novo fitoquímico bioactivo, descoberto em 1996, mostrou atividade contra linhas de célula humanas transformadas;
O picão foi o assunto de pesquisa clínica recente que apoiou muitos de seus usos em medicina herbácea. Um grupo de pesquisa em Taiwan informou o extrato de picão era capaz de proteger o fígado de ratos de várias toxinas. Este grupo havia demonstrado anteriormente ações antiinflamatórios do picão preto em animais; Em 1999, um grupo brasileiro de pesquisa confirmou as atividades antiinflamatórios em camundongos e os atribuiu a um efeito modulador imunitário. (O extrato reduziu a quantia de células imunes em sangue humano num estudo prévio síntese); Além do mais, outra pesquisa demonstrou que o extrato inibia a síntese de prostaglandina e atividade da ciclooxygenase (COX). Ambos são processos químicos ao ligados doenças inflamatórias.
Outras áreas de pesquisa validaram uso tradicional do picão para úlceras e diabetes. Outro estudo in vivo com ratos e camundongos demonstrou que o picão tem atividade hypoglicemica e pode melhorar sensibilidade à insulina que valida sua longa história em medicina herbácea para diabetes. Os pesquisadores atribuíram as propriedades hipoglicemiantes da planta a um grupo de glucosideos encontrados nas partes aéreas da planta; O Picão também preveniu hipertensão em ratos e abaixou os níveis de triglicérido.
Em ratos de hipertensos (incluindo hipertensão alta salinduzido dietética), extratos da planta baixaram significativamente a pressão arterial sem ter um efeito no débito cardíaco e volume de urina. Também foi mostrada atividade relaxante na musculatiura lisa do coração; Em 1991, cientistas do Egito documentaram atividade antimicrobiana contra vários patogenos.
Outro estudo in vitro demonstrou sua atividade de antibacteriana contra um vasto leque de bactéria incluindo Klebsiella, Bacilo, gonorrhea de Neisseria, Pseudomonas, Estafilococo, e Salmonela. Extratos da folha também tem atividade antimicobacteriana contra Mycobacterium e M. smegmatisCândida albicans. Pesquisas confirmaram o usos nos trópicos para mordedura de serpente e malária; ( um grupo de pesquisa confirmou que um extrato de picão podia proteger camundongos de injeções letais de veneno neurotoxico de cobra); A última área de pesquisa focalizou as possibilidades anticancerosas.
Em vários sistemas de ensaio in vitro mostrou atividade antitumoral. Pesquisadores de Taiwan informaram em 2001 que um simples extrato quente de picão podia inibir o crescimento de cinco tensões de seres humanos e leucemia de camundongos, em menos que 200 mcg por ml em vitro. Resumiram sua pesquisa dizendo que "o picão provou ser uma planta medicinal útil para tratar leucemia".



segunda-feira, 3 de março de 2014

Tudo o que você precisa saber sobre chás e plantas medicinais!!!

Quem nunca se beneficiou com o uso de chás medicinais?

Não é de se espantar que, num século de muita tecnologia, as pessoas continuam usando e difundindo o uso de chás medicinais.

Afinal,  é quase certo que, na natureza, está a cura de todas as doenças.

Não por acaso, grandes laboratórios investem fortunas para pesquisar plantas medicinais e patenteá-las.
A questão é como fazer o chá?

Muita gente desperdiça as propriedades medicinais da erva, por não saber o modo correto de preparar um chá.

As formas de fazer chá são: infusão e decocção.

Infusão – Despejar água fervente sobre a planta.

Decocção ou cozimento – Ferver 8 g da planta fresca ou 5 g da planta seca, em quantidade equivalente a xícara de água. Se for folha, desligar o fogo assim que iniciar a fervura, abafar, aguardar 20 minutos depois ingerir. No caso de cascas, ferver de 5 a 10 minutos, desligar, abafar, aguardar 20 minutos, ingerir.

Plantas mais usadas

Abaixo uma relação com algumas plantas mais medicinais, muitas delas de eficiência comprovada por estudos científicos.

– Alfazema ou lavanda (Lavandula angustifolia). Estimulante, digestiva, combate cólicas, calmante do nervos, indicada na insônia, nevralgias, asma brônquica, o óleo essencial tem grande efeito antimicrobiano (foi usado na 2ª Guerra Mundial nas feridas dos soldados).

– Alcachofra (Cynara scolymus) excelente contra o excesso de colesterol, protege o fígado. Estudos científicos sobre a alcachofra comprovaram que o suco das folhas com as flores, diminui o colesterol ruim (LDL) aumenta o colesterol bom (HDL). Mulheres grávidas ou amamentando devem evitar. Usada com a berinjela (Solanum melongena) potencializa os efeitos. Temos percebido que o uso em excesso do suco da berinjela, provoca ressecamento na pele e emagrecimento.

– Anis-estrelado (Illicium verum). É básico na produção de famoso medicamento antiviral da indústria farmacêutica. Seu cheiro lembra a erva-doce porque possuem determinado princípioativo em comum. Ótimo calmante, na bronquite, cansaço, doenças da bexiga e náuseas, bom carminativo (estimula o apetite).
– Aroeira (Myracrodruon urundeuva) e barbatimão (Stryphnodendron adstringens). Anti-inflamatórios e cicatrizantes, nas gastrites e problemas na coluna.

– Calêndula (Calendula officinalis). Alergias, ótima cicatrizante (a tintura diluída em água é usada nas feridas abertas), muito útil em problemas de fígado, má digestão e gastrite,problemas de pele em geral.

– Camomila (Chamomilla recutita). Digestiva, sedativa, cólicas em bebês, o seu óleo essencial é azul (o azul na cromoterapia tem a propriedade de relaxar)

– Capim-limão (Cymbopogon citratus). Antisséptico, por sua ação contra fungos e microrganismos, composto principalmente de citral que tem ação calmante e espasmolítica (elimina cólicas), também contém mirceno que é analgésico. Por ser diurético e calmante ameniza a pressão alta.

– Carqueja (Bacharis trimera). Estudos em 1967 demonstraram redução dos níveis de açúcar (glicose) no sangue. Muito indicada também nos problemas do estômago e fígado. Não usar por muito tempo. É diurético potente e pode causar a perda de minerais ou emagrecimento.

– Carobinha (Jacaranda pteroides) e a cavalinha (Equisetum giganteum). Juntas têm dado ótimos resultados nos casos de alergia, afecções dos rins e da bexiga, a carobinha também é usada nos problemas circulatórios, grande depurativo, combate amebíase.

– Chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus). Depurativo, também usado no tratamento dos rins, diurético, abaixa a pressão . Tem a propriedade de interromper a arterioesclerose.

– Cipó-mil-homens (Aristolochia cymbifera). Extraordinário antiparasitário, trata má digestões, principalmente ocasionadas por vermes. É utilizado com argila sobre a cabeça visando expulsar cisticercos, popularmente chamados de “ovo de solitária”. É usado se a imunidade está baixa. Quem tem problemas cardíacos deve ter cuidado com o uso.

– Cordão-de-frade (Leonotis nepetaefolia.). Tônico e estimulante, antimicrobiano, com efeito comprovado cientificamente sobre o Staphilococcus aureus (bactéria). Usamos também na artrite e artrose acompanhadas de excesso de ácido úrico.

– Erva-de-são-joão (Ageratum conyzoides). Calmante, analgésico, anti-inflamatória, no reumatismo e cólicas. A outra erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) ficou famosa no tratamento da depressão.

– Erva-cidreira de horta (Lippia alba). É calmante e combate cólicas. Contém citral e mirceno. Trata pressão alta e má digestão.

– Erva-doce (Pimpinella anisum). Extremamente eficiente contra gases estomacais, cólicas, dor de cabeça, resfriados, calmante.

– Espinheira-santa (Maytenus aquifolium). Cientificamente comprovada no tratamento de gastrite e úlceras. Melhora a digestão e elimina gases do estômago.

– Folha da uva (Vitis vinifera). Usar o banho de assento (sentar na bacia) com o chá das folhas nos casos de hemorroidas. A ingestão aumenta a imunidade.

– Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae). Anti-inflamatório, antifúngico e antialérgico. Usado no tratamento de tumores.

– Jurubeba (Solanum paniculatum). Usada nos problemas digestórios em geral. Desintoxica o fígado (oficialmente registrada na Farmacopeia Brasileira contra anemia e problemas hepáticos).

– Macaé (Leonurus sibiricus). Diurético, diminui a pressão arterial, nas indigestões, no excesso de menstruação, calmante do coração e depurativa. Mulheres grávidas devem evitar.

– Macela (Achyrochline alata). No estudo de Arisawa (1994), reduziu 67% de células cancerosas. Calmante.

– Margarida (Bellis perennis). Problemas do sistema nervoso e esgotamento mental.

– Melissa (Melissa officinalis). Ansiedade, insônia e má igestão, gripe e enxaqueca. Tem ação contra o vírus da herpes labial (aqueles sapinhos que aparecem no canto da boca).

– Para-tudo (Drimys agranatensis). Excelente nas indigestões.

– Panaceia (Solanum cernuum). Tem muitos usos, é depurativo, ótimos resultados em doenças venéreas (gonorreia e candidíase).

– Rosa branca (Rosa galica). Calmante e refrescante. Prisão de ventre e indigestões. Ótima em combinações de ervas.

– Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis). Colesterol alto, hipertensão arterial. Limpa mesmo o sangue, melhora a circulação.

– Salsaparrilha (Smilax japicanga). Tônico. Depurativa. Reumatismo. Doenças venéreas (na sífilis estudos na China confirmaram 90% de eficácia). Antibiótico natural. Doenças de pele. Psoríase. Há suspeitas de que seus esteroides possam ser transformados em estrogênio e testosterona no corpo humano (reposição hormonal).

– Sabugueiro (Sambucus australis). É antiviral. Sarampo e catapora. Cicatrizante e anti-inflamatório. Eficiente em infecções respiratórias, sinusite, febres, artrite e reumatismo.

– Tanchagem (Plantago major). Problemas menstruais. Desintoxicante das vias respiratórias e do sangue. Anti-inflamatória, principalmente em relação à boca, garganta e estômago.

– Unha-de-gato (Uncaria guianensis) e uxi-amarelo (Endopleura uchi). São usados juntos contra inflamações em geral. Há pesquisas comprovando a eliminação de miomas.  - See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2013/08/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre.html#sthash.2OOKZQP8.dpuf

Plantas medicinais ajudam a curar as dores da depressão e a Ansiedade!!!


Os Benefícios da Erva Cidreira!